Criticando Codorna do Feio
O ex-padeiro cearense Sebastião Barroso é conhecido há 30 anos por um sincero apelido: Feio. Vizinhos, amigos, clientes - e até sua própria filha - o chamam assim. Ele nem liga. Portanto, se alguém quiser deixar o cabra realmente acabrunhado, vai ter que pensar numa ofensa mais pesada. Como falar mal de suas codornas, por exemplo. Aí sim, o Feio vai sair do sério. E com razão: afinal, suas deliciosas codornas só merecem elogios. Como muita gente já sabe disso, o pequeno Bar Maciel (bem mais conhecido como Codorna do Feio, no Méier) já virou uma atração turística no bairro. Há cinco anos, gente de todos os cantos cruza o Rio em busca das iguarias feitas à moda popular, na rua mesmo, numa churrasqueira pilotada pelo próprio Sebastião. As codornas lambuzam os dedos de centenas de pessoas diariamente. Tudo graças ao excelente tempero, que é guardado a sete chaves - mas este colunista é capaz de jurar que envolve algumas horas de molho na cerveja. Só que a brasa, veja bem, não é eterna: de segunda-feira a sexta, apenas a partir das 16h. No fim de semana, a festa começa mais cedo, às 11h. Além das codornas, o Feio ainda serve galeto uma excepcional costela de porco assada no bafo. Que fazem muito bonito. Acesse o blog do Juarez Becoza
Codorna do Feio