Resumo Brasserie Rosário
Instalado em um sobrado centenário, que abrigou a tesouraria do Império Português, o restaurante oferece, além de pães e de doces, opções de pratos como o cherne grelhado com cuscuz marroquino e espuma de manjericão; o carpaccio de peito de pato defumado com vinagrete de framboesa; e o pernil de cordeiro. A carta de vinhos reúne rótulos chilenos, argentinos, portugueses e franceses. Na cafeteria, alguns sanduíches que se destacam são: o Barra da Tijuca, preparado com baguete de alecrim e recheado com berinjela e abobrinha grelhadas com mozzarella de búfala; o Dallas, que leva rosbife, molho tártaro e alface; e o Rio de Janeiro, servido em baguete integral, com peito de peru defumado e queijo de minas. * Está aberta a temporada das trufas negras da Umbria, na Itália, conhecidas com os tartufos de verão. Na Brasserie Rosário, o chef Frédéric Monnier recebe com salada de perigourdine (R$ 85), namorado grelhado com cassolettes de legumes (R$ 95), e galinha-d'angola recheada com foie gras (R$ 120) - tudo com lâminas de trufas. » Críticas Profissionais Luciana Fróes 14:28h | 02.JUN.2011 No meio do caminho, tinha uma 'dixieland band'... Não costumo me programar para resenhar um restaurante. Muito pelo contrário. Há tempos deixo a vida me levar, vida leva eu... Funciona melhor na hora de escrever. E na hora de desfrutar também. E foi numa dessas "levadas" da vida (felizmente, não uma "lavada") que acabei em uma das mesas da Brasserie Rosário, no Centro. Saía da mostra do Daniel Senise, na Casa França-Brasil, quando fui fisgada pelo som de uma dixieland band que vinha de perto. Não resisti: corri atrás. Poderia ser personagem de desenho animado, de orelha em pé e passos firmes, perseguindo as notas contagiantes desse jazz que já me levou a passar uma semana em New Orleans bebendo na fonte. E comendo cajun, que aprendi a gostar. Na Brasserie Rosário, toda quinta-feira tem happy hour com dixieland e comidinhas especiais. O chef da casa, o francês Frédéric Monnier, é experiente e talentoso. Assim como o dono da Brasserie, o restaurateur Luis Antonio Rodrigues, egresso do Garcia & Rodrigues (Luis Antonio era o Rodrigues). Aliás, a casa traz traços fortes do antigo endereço do donoe: os pães bacanas, a pâtisserie caprichada e os pratos típicos de brasserie francesa. Como o carpaccio de magret de pato com vinagre de framboesa (R$ 25), que comemos com torradinhas quentes e variadas, que acompanharam divinamente o shyraz da Morandé (R$ 69), hermano, claro. Também provamos muitas bruschettas. As rodelas do pão de azeitona trouxeram berinjelas deliciosamente refogadas com lascas de presunto cru (R$ 20, a porção). O pão de damasco (sim, de damasco) veio com pedaços de queijo cremoso regado com mel (R$ 23, porção), e a clássica bruschetta de pão de campagne, com tomate docinhos, fatias de parmeggiano e fio de azeite (R$ 16). Deixamos a Rosário às 21h. E atrás da banda, que sai tocando Praça Quinze afora.... ver todas as críticas
Brasserie Rosário