Resumo Beco do Rato
Tudo começou quando o gerente Márcio Pacheco passou a vender latinha de cerveja aos domingos, dia da movimentada feira na Rua Augusto Severo. O lugar foi ganhando fama e, pouco tempo depois, se transformou num reduto de sambistas e chorões. Fixado num pedaço abandonado da Lapa, longe do burburinho da Avenida Mem de Sá, oferece receitas típicas de boteco, como escondidinho de jiló ou o seu carro-chefe, o pastel de angu com recheios originais de ovo com bacon ou umbigo de banana. Dentro do botequim, chama atenção o painel de seis metros com o desenho de um bonde carregando a nata do samba - de Dona Ivone Lara a Luís Carlos da Vila. Além das iguarias, a casa tem como atrações a música ao vivo e um cineclube.
Beco do Rato